quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O triste ponto onde chegamos

     Ontem tudo o que podia acontecer de ruim aconteceu e isso fez com que eu visse um outro lado do mundo. Fiquei abismada com a falta de educação e com a falta de gentileza entre as pessoas.

     No meu trabalho eu ouvi grosseria, enquanto voltava eu vi varios exemplos ruins no transito e quando estava indo para o ingles, minha mãe estava tirando o carro da garagem e a maioria dos pedestres nem olhava, não estavam nem aí. Achei tudo isso um absurdo.

      No passado o mais importante era a honra, agir de forma correta, respeitar os outros, mostrar sua educação. O que vemos hoje eh o total oposto dessas atitudes, ao andar na rua as pessoas nem se olham mais. Todos estão muito ocupados vivendo em um mundinho e esquecem que esse mundinho está em um mundão, cheio de coisas legais, novidades, coisas para a gente poder crescer como pessoas e o mais importante, está cheio de pessoas, pessoas diferentes, pessoas apaixonantes, pessoas cultas, pessoas sábias…

      É triste ver que os melhores valores do passado estão permanecendo nele ao invés de nos acompanhar todo os dias. Até o que chamamos de peso na consciência parece não estar mais presente, as pessoas fazem coisas extremamente maldosas e nem ligam. E o pior é estar na escola e ouvir de jovens como eu, adolescentes, no começo da vida ainda, falando que o mundo não tem mais jeito….

…que ninguém mais consegue mudar.

 

Por Solange Prado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Cheio Vazio Copo

O copo meio cheio
O copo meio cheio
Cheio copo meio
Cheio... Cheio...

Cai uma gota
Transborda..
Copo meio vazio.


Solange Prado

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Forgotten

He missed a date
And went on a trip.
He said he missed me
But he didn't act like it.
We went out
It was fun.
Now, I feel forgotten...
It's hard to be only an option.
I'm sad,
Sad like when something inside you dies.
Sad like when ayou loose a loved person.
Sad like when you're rejected.
Sad...



Por Solange Prado

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Apenas perguntas.

     Trabalho:   

           Você está estudando, se matando, para aquilo que é todos falam que o seu destino. Sua família se acostumou com a ideia do que você quer ser e por ser uma profissão nobre, faz pressão para que você se esforça. Todos falam que é o melhor a fazer, mas com todo o esforço você não se sente feliz.  Seria esse mesmo o seu destino?  Você nasceu com um dom, mas um dom que não é uma profissão considerada nobre ou financeiramente ‘boa’ mas é o que você ama fazer e o que te faz feliz. Então como escolher? Seria possível conciliar as duas profissões?

         Sociabilidade:

O que fazer quando você tem familiares te pressionando? Deve trata-los bem mesmo assim só por serem da família? E quando são os amigos? Para mim amigo de verdade entende o seu tempo e te estimula para que você progrida, mesmo que devagar. O amigo de verdade não te julga, logo, não deve se importar (encher o saco) com o que você quer fazer da vida, o amigo deve te ajudar a ser feliz ou pelo menos evitar que você fique infeliz. E, quando o problema é com o namorado (a)? O que fazer? Afinal, ele(a) deveria se o(a) melhor amigo(a), não é? Mas, e quando isso não acontece? E quando o relacionamento chega a um ponto onde não dá pra saber o que fazer? Quando não dá pra saber se é o fim ou se é uma armadilha da mente para manter um ciclo autodestrutivo?  Apenas perguntas.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Mental confusion

I am so afraid and so desperate. I just wanna escape, go to somewhere else. Go back to my childhood, when I used to never fear anything, when I was protected.

Now, I can’t stop thinking. I have so many things to do, so much pressure. Well, I have been feeling like I won’t be able to do all that. I’m feeling like I would lose my friends, my family, that I would be alone. That I will fail. I'm afraid people will forget me.

I don’t know what to do. I don’t know how to do. I just don’t know how it could work. I know nothing.

SolangePrado

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Jovens tecendo sonhos

Logo cedo, no caminho da escola, vejo mendigos, crianças pedintes e jovens guardadores de carros. Ao sair no fim de semana, passo por outras partes da cidade e a visão é a mesma. No Brasil o índice de analfabetismo é de 12,4% e o de analfabetos funcionais e de 24,7%, pessoas não conseguem ler e escrevem bem pouco. Essas pessoas, ao tentar uma vida melhor, mesmo se esforçando não conseguem afinal, está difícil para todos conseguir um emprego. E, quando eu acordo de manhã e sigo meu caminho para a escola, é com essas pessoas que encontro, pessoas que na falta de qualificações tem que trabalhar com as coisas mais humildes e as vezes até pedir esmola. Alguns, ao ver que as pessoas se comovem com o sofrimento dos pedintes acabam por se passar por morador de rua e, nós passamos a nos sentir enganados quando vem alguém pedir esmola, vender bala, rosa, pano de prato, etc., com razão. Mas, e os que realmente precisam? Todos falam que dar esmola é errado, que devemos fazer algo para realmente mudar a vida da pessoa. Como? Quem se dedica a ajudar um pobre estudar a estudar? Quem tenta ensinar ao às crianças e jovens? Quem escolhe um tempo por semana para se doar? Pouquíssimos. E muitos ajudam instituições apenas financeiramente, mas dar dinheiro não seria a mesma coisa que esmola? Quem está certo? Quem se doa ou quem paga?  Em muitas favelas e também em cidades do nordeste, se destacam pessoas que enfrentaram preconceito da sociedade e criaram projetos para ajudar os jovens, um bom exemplo são as orquestras que são formadas nessas regiões e hoje o que começou com uma pessoa ensinando instrumentos a um pequeno grupo tornou-se um projeto com centenas de jovens, e continua a crescer, e o principal motivo é que com as orquestras eles aprenderam a importância do trabalho em equipe, aprenderam a valorizar o outro, a respeitar o outro e principalmente, que do mesmo jeito que foram ajudados, devem ajudar, para que mais jovens possam ter um futuro melhor. E nós, que não passamos necessidade alguma, que estudamos em boa escola, temos um bom lar, o que nós fazemos para ajudar? Não é muito difícil, nós não precisamos levar um mendigo para casa, nem ir à uma favela, basta ajudar aquele colega que vai mal na escola, aquela amiga que está com problemas em casa, dar um pouco de atenção já fará com que a pessoa se sinta melhor e, isso é o que chamamos de solidariedade. Outra coisa importante é sermos justos, zoar alguém só porque todos o fazem é sinal de fraqueza, de falta de identidade, por quye não tentar saber mais sobre a pessoa e deixar o preconceito de lado? Um pequeno gesto fraterno pode, não mudar o mundo, mas mudar a vida de uma pessoa, o que já é suficiente. Os jovens, antes de entrarem para as orquestras passavam o dia na rua, alguns até entraram no tráfico, mas graças à bondade de alguém, eles passaram a ter uma vida normal e  feliz, e o mais importante, agora podem sonhar com um futuro ainda melhor. Com pequenos gestos, nós podemos ajudar outras pessoas a ter uma vida melhor e até a sonharem.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Insegurança

Confusão mental. Não o que eu sinto, ou melhor sei. E tenho medo. Eu tenho medo de tudo, do mundo, da vida, das pessoas, das reações. Das reações de uma pessoa no meu mundo. E se tudo acabar?

Sol Prado