terça-feira, 18 de novembro de 2008
Cura de mim mesma, para mim.
A idéia desse post surgiu hoje quando eu decidi fazer desse blog um blog com atualizações semanais, sobre assuntos variados a começar por alguns que eu notei que preciso trabalhar dentro de mim, e provavelmente serão posts que eu estarei escrevendo com o emocional extremamente vulnerável devido a esses assuntos mas isso nós veremos no decorrer do blog ^^.
Ultimamente eutenho ido a 1 milhão de lugares diferentes que trabalham com energia e sinto que estão me fazendo muito bem, já que eu passei à algumas semanas atrás por um período meio delicado, graças aos amigos conselheiros, e também a esses lugares agoraeujá estou 'novinha em folha', só que ainda restou uma coisa que apesar de ter diminuido consideravelmente, ainda me incomoda bastante, que é essa tosse e coceira na garganta e o pior é que eu sei exatamente a causa disso, que de acordo com a 'tia' Cristina Cairo em seu livro Linguagem do Corpo, é a raiva que não sai da garganta, é quando você passa por alguma situação e não fala tudo o que queria falar, quando '' se está vivendo um problema com alguém para quem sua opinião não vale nada, ou você está sendo obrigado a aceitar uma determinada situação contra sua vontade'', e sei que é isso dado o dia em que ela começou, os conselhos são para refletir e passar a dar menos importância à situação ou à pessoa, acalmar a mente, ou então ''por para fora'' o que está preso e eu resolvi seguir todos os conselhos ^^, só que eu sei que não vai ser legal eu ir falar diretamente com a pessoa uma vez que quase não nos falamos mais, então eu vou simplesmente fazer um experimento (que me falaram que é ótimo) e ver se funciona, e ele é assim:
-Você vai imaginar que a pessoa está sentada em uma cadeira, e vai começar a falar tudo o que você quer falar, do fundo do coração, vale tudo (chorar, xingar..), o importante é explodir essa raiva que no meu caso não é bem raiva, é mais angústia mas por ser uma boa ariana, o meu chakra mais sensível e que mais precisa ser trabalhado é o larígeo então qualquer problema emocional que eu tenho, o primeiro lugar que vai aparecer um sintoma é na garganta =/ e isso só vai mudar quando eu fizer alguma coisa.
Então é isso, à partir de agora, cada semana haverá um novo post com um novo tema que eu estarei trabalhando em mim durante a semana.
Beeeijo
Ps.: Farei a experiência amanhã e no próximo post eu conto o resultado.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
O Homem e a Mulher - Victor Hugo
A Mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o Homem um trono;
Para a Mulher, um altar.
O trono exalta, o altar santifica.
O Homem é o cérebro,
a Mulher, o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O Homem é o gênio,
a Mulher, o anjo.
O gênio é imensurável, o anjo, indefinível.
A aspiração do Homem é a suprema glória;
A aspiração da Mulher, a virtude extrema.
A glória traduz grandeza;
a virtude traduz divindade.
O Homem tem a supremacia;
a mulher, a preferência.
A supremacia representa força.
A preferência representa o direito.
O Homem é forte pela razão;
a Mulher invencível pelas lágrimas.
A razão convence;
a lágrima comove.
O Homem é capaz de todos os heroísmos;
A Mulher de todos os martírios;
O heroísmo enobrece;
o martírio, sublima.
O Homem é o código;
a Mulher, o evangelho.
O código corrige;
o evangelho aperfeiçoa.
O Homem é o templo;
a Mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos.
Ante o sacrário, ajoelhamo-nos;
O Homem pensa;
a Mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;
Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O Homem é um oceano,
a Mulher, um lago.
O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O Homem é a águia que voa;
a Mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
cantar é conquistar a alma.
O Homem tem um fanal: a consciência;
A Mulher tem uma estrela: a esperança.
O fanal guia, a esperança, salva.
Enfim...
O Homem está colocado onde termina a terra;
A Mulher onde começa o céu...
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Perdas...
Tem gente que passa a vida sem viver, tem gente que vive e se arrepende, tem gente que apenas vive. Mas como um amigo me mostrou, estar apenas vivo não vale a pena, mas e se nessa onda de viver nós fizermos a escolha errada e talvez por um gesto, uma frase dita ou não, uma atitude, você tenha mudado o seu destino e algo que num imaginou que fosse possível, acontecesse. Voltar no tempo, não dá, então para quê perder tempo com arrependimentos. Maaas e se essa mudança te fizesse perder?, perder algo que você não está pronto ainda ou que por um deslize esqueceu dessa possibilidade, tem coisas que perdemos e que não tivemos como evitar, coisas que não foram nossa culpa, mas e quando pessoas vão embora?Por quê nos apegamos as pessoas? Parentes estão ali quando nascemos mas partem durante o curso de nossa vida, amigos vem e vão e alguns que nunca falamos acabam nos fazendo umas imensa falta enquanto os que mais falamos podem ir sem que notemos, outras vezes, amigos que nos distanciamos por pensarmos que estarão ali para sempre, vão, e é como se um pedaço de ti fosse junto, as paixões e os amores da vida, como os amigos vem e vão, mas, por quê me dói tanto a idéia de ter alguém sumindo da minha vida de uma hora para outra? Por quê a gente tenta se fazer de forte nessas horas? Por quê não, ter a coragem de dizer, sim estou sofrendo, e daí? E o mais absurdo é quando as pessoas surgem em sua vida de um jeito totalmente inesperado, e em pouquíssimo tempo, mudam a sua vida e o seu jeito de pensar, te fazem sentir coisas que nunca antes havia sentido, e você tem a sensação de que as conhece a vida inteira, e de repente, do mesmo jeito que ela entrou, ela parte de nossa vida, e você tenta descobrir afinal por que motivo ela apareceu? E quando fores mais velho, verás que essa mudança que aconteceu em ti, foi essêncial para que conseguisse continuar a viver. Mas enquanto vivênciamos a perda desse alguém, nós pensamos, como é possível que doa tanto perder alguém? E graças a essa última pergunta, tentamos controlar e fazer de tudo para que a pessoa permaneça em sua vida, como se tivéssemos controle sobre o que ela fará. Apesar da dor momentânea, eventualmente, a tristeza passa, e a vida continua, e tudo passará a ser apenas uma lembrança.
''When I met you, you were just the guy I used to talk to about stuff, and only a few weeks later you're going, maybe for good, maybe not, and can feel that more than the one I once kissed, I'm loosing a good friend, and the purple socks girl is now only the girl again''.
Ouvindo: Mary Whitehouse - The Adicts
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Surpresas, importantes para o dia-a-dia?
Façam a seguinte experiência: entrem no Google e digitem a expressão ''Surpreenda-me'' ou o equivalente em inglês ''Surprise me''. Sabem quantas referências vocês obterão? Mais de 30 milhões. Surpreenda-me, pedem canções, poemas, blogs. Surpreenda-me, pedem-nos as pessoas em geral.
Com boas razões. Temos uma tendência irresistível para cair na rotina, para repetir as mesmas coisas, para dizer o que já foi dito, para olhar o que já foi visto. Por que fazemos isso? Em primeiro lugar, por temor ao desconhecido; no fundo, bem no fundo, achamos que as surpresas em geral são desagradáveis e que temos que evitá-las. Em segundo lugar, por comodidade e preguiça. É mais fácil seguir pelo caminho já trilhado. É mais fácil repetir a rotina.
Isto pode até funcionar quando se trata, por exemplo, de um trabalho no qual a inovação não é fundamental; aí, ''more of the same'', mais da mesma coisa talvez seja inevitável. Mas quando falamos na relação a dois a coisa é completamente diferente. Qualquer paixão. por mais intensa que seja, acaba liquidada pela rotina. Muitos jovens sabem disso e se perguntam, inquietos: como renovar os sentimentos? Como redescobrir o amor acada encontro? A resposta está no ''surpreenda-me ''. Nenhuma novidade nisto: quem escreve contos, como eu, sabe que uma história bem-sucedida, a história que arrebatará o leitor, é aquela que guarda umasurpresa para o final. A surpresa pode aparecer a qualquer momento: um lugar diferente, uma viagem, uma frase, um gesto. Surpreender a pessoa amada é partilhar daquela emoção que tnham os antigos navegantes quando chegavam a um novo país. E, se navegar é preciso, surpreender também é preciso, para chegar ao país da duradoura paixão.
Por Moacyr Scliar. Revista Gloss, Editora Abril. Setembro, 2008.
Acabei de ler esse texto, na verdado, acabei de ler a revista toda. Só aprender a realmente ler revista quando a Gloss foi lançada ano passado, eu aprendi a tirar da revista o máximo de nformações possíveis, entrar nos sites, ler os livros e ouvir os CD's indicados, agora leio até as propagandas,rs. Mas fazia alguns meses que eu não lia uma revista e por acaso ontem eu ia para a academia e como estava doente e não podia fazer musculação ia ficar esperando até a aula de dança do ventre, resolvi comprar uma revista para matar o tempo, e eu realmente acho q atraí essa revista para mim. O perfume que eu venho sonhando a mais de um ano está numa promoção no site da Gloss.
Quando estava na antepenúltima página da revista comecei a ler o texto acima e, parece que estava falando para mim, por que hoje mesmo eu estava pensando que tinha caído na rotina, e não resisti precisava colocar aqui para que todos pudessem ler, o texto é fantástico e decidi que à partir de agora farei uma coisa diferente todos os dias não importa o que, o importante é sair um pouco darotina todos os dias. Vamos rezar para dar certo. (yn)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Seio de Virgem - Álvares de Azevedo.
Quand on te voit, il vient à maints
Une envie dedans tes mains
De te tâter, de te tenir...
CLÉMENT MAROT
O que sonho noite e dia,
E à alma traz-me poesia
E me torna a vida bela...
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Quando os vejo... de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
Minhas ternuras, donzela,
Voltei-as à forma bela
Daqueles frutos de neve...
Ai!... duas cândidas flores
Que o pressentir dos amores
Faz palpitarem de leve.
Mimosos seios, mimosos,
Que dizem voluptuosos:
"Amai, poetas, amai!
Que misteriosas venturas
Dormem nessas rosas puras
E se acordarão num ai!"
Que lírio, que nívea rosa,
Ou camélia cetinosa
Tem uma brancura assim?
Que flor da terra ou do céu,
Que valha do seio teu
Esse morango ou rubim?
Quantos encantos sonhados
Sinto estremecer velados
Por teu cândido vestido!
Sem ver teu seio, donzela,
Suas delícias revela
O poeta embevecido!
Donzela, feliz do amanteque teu seio palpitante
Seio d’esposa fizer!
Que dessa forma tão pura
Fizer com mais formosura
Seio de bela mulher!
Feliz de mim... porém não!...
Repouse teu coração
Da pureza no rosal!
Tenho no peito um aroma
Que valha a rosa que assoma
No teu seio virginal?...
quarta-feira, 30 de julho de 2008
O tempo, as lembranças, as experiências.
''Cada pessoa tem o próprio tempo'', é que falam quando alguém ainda não fez algo que todos ao seuredor já fizeram, mas, e o que falam para aqueles que já fizeram o que ningúém ainda fez? A frase deveria servir tanto para os que ainda não fizeram quanto para os que já fizeram, mas por que não é assim?
E aquela frase, ''o negócio é 'pegar' mas não se apegar'', não seria isso só uma fulga para não se envolver com ninguém para evitar se machucar depois? E também ao pensar assim estaremos objetificando as pessoas que 'pegamos', mas nunca paramas para pensar se também estamos sendo objetificados, e se estivermos, muda alguma coisa?
Quando a gente era criança, todos se abraçavam, mininos e meninas, como amigos, e estavam todos felizes; então crescemos um pouco, e pegar na mão já era visto diferente, viravam namoradinhos; depois o 'selinho' era a moda, o máximo, era 'O' beijo; mas ai chegamos a idade das 'ficadas' e o negócio era sair beijando todo mundo, ai alguns preferiam qualidade à quantidade e outros o inverso; mais aí chegou a hora em que as meninas passam a querer namorar sério e alguns meninos também, outros só depois de um tempo, e aí começa também a parte do sexo, que no começo é o máximo também, mas que depois que deixa de ser novidade, passa a mais casual (apesar de melhor), e as 'ficadas' passam a ser mais sérias, e passam a incluí-lo, e é essa a parte que é mostrada nos seriados e novelas, mas normalmente quem está nessa fase entre as mulheres está na faixa dos 20 e poucos, trinta para cima...Mas, existe idade certa para entrar nessa fase? Se existir, qual seria?
Bom é isso,
Beeeijo.
domingo, 20 de julho de 2008
Questões da vida...
Quantos podem falar o mesmo, sobre o que viveram até hoje?
Vejo, um casal de velhinhos na rua, ainda apaixonados, e parece que eles nunca sofreram por causa do amor.
Mas, quando sabemos que estamos amando?
Suponho que quando realmente amarmos alguém nós saberemos, na hora pensaremos: ''Nossa eu achava que já tinha amado''.
Por que as pessoas querem sempre alguém? De onde vem essa vontade? Por que a imagem de morrer sozinho nos parece tão triste?
Quantas vezes teremos que ''quebrar'' a cara antes de encontra a pessoa certa?
Na vida, as pessoas namoram e depois quando dizem ter o coração partido, falam que a outra pessoa não presta, ou que ninguém mais presta, e passa a culpar o mundo. As pessoas, todas tem defeitos e qualidades, e talvez aquela coisa que falam no ''Segredo'' seja verdade, você simplesmente atraiu para ti aquela situação; na hora que nós admitimos a culpa, fica mais fácil de continuarcom a vida, e se apaixonar novamente. Mas, por que é tão difícil admitir a culpa hoje em dia?
Suponho que seja verdade que ''Quando você acha que tem todas as respostas, o destino vai lá e muda todas perguntas'', ou algo parecido, também não sei quem foi que disse isso pela primeira vez.
Beijo ;**