quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Cheio Vazio Copo
O copo meio cheio
Cheio copo meio
Cheio... Cheio...
Cai uma gota
Transborda..
Copo meio vazio.
Solange Prado
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Forgotten
And went on a trip.
He said he missed me
But he didn't act like it.
We went out
It was fun.
Now, I feel forgotten...
It's hard to be only an option.
I'm sad,
Sad like when something inside you dies.
Sad like when ayou loose a loved person.
Sad like when you're rejected.
Sad...
Por Solange Prado
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Apenas perguntas.
Trabalho:
Você está estudando, se matando, para aquilo que é todos falam que o seu destino. Sua família se acostumou com a ideia do que você quer ser e por ser uma profissão nobre, faz pressão para que você se esforça. Todos falam que é o melhor a fazer, mas com todo o esforço você não se sente feliz. Seria esse mesmo o seu destino? Você nasceu com um dom, mas um dom que não é uma profissão considerada nobre ou financeiramente ‘boa’ mas é o que você ama fazer e o que te faz feliz. Então como escolher? Seria possível conciliar as duas profissões?
Sociabilidade:
O que fazer quando você tem familiares te pressionando? Deve trata-los bem mesmo assim só por serem da família? E quando são os amigos? Para mim amigo de verdade entende o seu tempo e te estimula para que você progrida, mesmo que devagar. O amigo de verdade não te julga, logo, não deve se importar (encher o saco) com o que você quer fazer da vida, o amigo deve te ajudar a ser feliz ou pelo menos evitar que você fique infeliz. E, quando o problema é com o namorado (a)? O que fazer? Afinal, ele(a) deveria se o(a) melhor amigo(a), não é? Mas, e quando isso não acontece? E quando o relacionamento chega a um ponto onde não dá pra saber o que fazer? Quando não dá pra saber se é o fim ou se é uma armadilha da mente para manter um ciclo autodestrutivo? Apenas perguntas.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Mental confusion
I am so afraid and so desperate. I just wanna escape, go to somewhere else. Go back to my childhood, when I used to never fear anything, when I was protected.
Now, I can’t stop thinking. I have so many things to do, so much pressure. Well, I have been feeling like I won’t be able to do all that. I’m feeling like I would lose my friends, my family, that I would be alone. That I will fail. I'm afraid people will forget me.
I don’t know what to do. I don’t know how to do. I just don’t know how it could work. I know nothing.
SolangePrado
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Jovens tecendo sonhos
Logo cedo, no caminho da escola, vejo mendigos, crianças pedintes e jovens guardadores de carros. Ao sair no fim de semana, passo por outras partes da cidade e a visão é a mesma. No Brasil o índice de analfabetismo é de 12,4% e o de analfabetos funcionais e de 24,7%, pessoas não conseguem ler e escrevem bem pouco. Essas pessoas, ao tentar uma vida melhor, mesmo se esforçando não conseguem afinal, está difícil para todos conseguir um emprego. E, quando eu acordo de manhã e sigo meu caminho para a escola, é com essas pessoas que encontro, pessoas que na falta de qualificações tem que trabalhar com as coisas mais humildes e as vezes até pedir esmola. Alguns, ao ver que as pessoas se comovem com o sofrimento dos pedintes acabam por se passar por morador de rua e, nós passamos a nos sentir enganados quando vem alguém pedir esmola, vender bala, rosa, pano de prato, etc., com razão. Mas, e os que realmente precisam? Todos falam que dar esmola é errado, que devemos fazer algo para realmente mudar a vida da pessoa. Como? Quem se dedica a ajudar um pobre estudar a estudar? Quem tenta ensinar ao às crianças e jovens? Quem escolhe um tempo por semana para se doar? Pouquíssimos. E muitos ajudam instituições apenas financeiramente, mas dar dinheiro não seria a mesma coisa que esmola? Quem está certo? Quem se doa ou quem paga? Em muitas favelas e também em cidades do nordeste, se destacam pessoas que enfrentaram preconceito da sociedade e criaram projetos para ajudar os jovens, um bom exemplo são as orquestras que são formadas nessas regiões e hoje o que começou com uma pessoa ensinando instrumentos a um pequeno grupo tornou-se um projeto com centenas de jovens, e continua a crescer, e o principal motivo é que com as orquestras eles aprenderam a importância do trabalho em equipe, aprenderam a valorizar o outro, a respeitar o outro e principalmente, que do mesmo jeito que foram ajudados, devem ajudar, para que mais jovens possam ter um futuro melhor. E nós, que não passamos necessidade alguma, que estudamos em boa escola, temos um bom lar, o que nós fazemos para ajudar? Não é muito difícil, nós não precisamos levar um mendigo para casa, nem ir à uma favela, basta ajudar aquele colega que vai mal na escola, aquela amiga que está com problemas em casa, dar um pouco de atenção já fará com que a pessoa se sinta melhor e, isso é o que chamamos de solidariedade. Outra coisa importante é sermos justos, zoar alguém só porque todos o fazem é sinal de fraqueza, de falta de identidade, por quye não tentar saber mais sobre a pessoa e deixar o preconceito de lado? Um pequeno gesto fraterno pode, não mudar o mundo, mas mudar a vida de uma pessoa, o que já é suficiente. Os jovens, antes de entrarem para as orquestras passavam o dia na rua, alguns até entraram no tráfico, mas graças à bondade de alguém, eles passaram a ter uma vida normal e feliz, e o mais importante, agora podem sonhar com um futuro ainda melhor. Com pequenos gestos, nós podemos ajudar outras pessoas a ter uma vida melhor e até a sonharem.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Insegurança
Confusão mental. Não o que eu sinto, ou melhor sei. E tenho medo. Eu tenho medo de tudo, do mundo, da vida, das pessoas, das reações. Das reações de uma pessoa no meu mundo. E se tudo acabar?
Sol Prado
segunda-feira, 6 de abril de 2009
O horizonte
Por Solange Prado